Em Arapiraca, muitas vezes vemos pavimentos que apresentam trincas e afundamentos antes do previsto. A avaliação de pavimentos existentes identifica as causas desses problemas. O serviço inclui prospecção com sondagens a percussão, ensaios de carga com placa e abertura de janelas para inspeção visual das camadas. Sem esse diagnóstico, qualquer intervenção corre o risco de ser paliativa. É comum, por exemplo, que o subleito argiloso da região perca resistência com a variação de umidade, exigindo estudos complementares como a instrumentação geotécnica para monitorar o comportamento ao longo do tempo.
Diagnosticar a causa real dos defeitos evita gastos com recapeamentos que duram menos que o esperado.
Como trabalhamos
Comparando bairros como o Centro e o Planalto, a diferença no estado do pavimento é nítida. Enquanto o Centro, com tráfego pesado constante, apresenta trilhas de roda e fissuras por fadiga, o Planalto sofre com recalques diferenciais em áreas de aterro recente. A avaliação de pavimentos existentes em Arapiraca abrange ensaios de deflexão ( Falling Weight Deflectometer ), coleta de testemunhos para análise granulométrica e determinação da espessura das camadas. Esses dados alimentam o cálculo estrutural que define se o pavimento suportará o tráfego futuro ou precisará de reforço. Cada diagnóstico considera o histórico de manutenção e o tipo de revestimento.
Imagem técnica de referência — Arapiraca
Contexto geotécnico local
Arapiraca registra precipitação média anual de 800 mm, concentrada entre maio e agosto. O acúmulo de água no subleito é o principal gatilho para a perda de capacidade estrutural do pavimento. Sem uma avaliação de pavimentos existentes, o risco de colapso prematuro aumenta. Trincas mal diagnosticadas viram panelas e buracos. O custo de recuperação corretiva chega a ser três vezes maior que uma intervenção preventiva baseada em ensaios.
Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.
Valores típicos
Parâmetro
Valor típico
Deflexão máxima (FWD)
0,30 a 0,80 mm
Espessura do revestimento asfáltico
5 a 12 cm
CBR do subleito estimado
4% a 12%
Módulo de resiliência (subleito)
40 a 120 MPa
Número de tráfego (N)
10^5 a 10^7 solicitações
Serviços complementares
01
Levantamento visual de defeitos
Mapeamento sistemático de trincas, afundamentos, panelas e exsudação conforme a DNIT PRO 159/85. A equipe percorre o trecho a pé ou veículo, registrando a severidade e extensão de cada anomalia.
02
Ensaio deflectométrico (FWD)
Medição da deflexão superficial do pavimento sob carga dinâmica. Os dados alimentam a retroanálise de módulos elásticos das camadas, essencial para o dimensionamento de reforços estruturais.
03
Sondagem e extração de testemunhos
Coleta de amostras cilíndricas do revestimento e da base para ensaios de densidade, umidade e granulometria. A abertura de janelas permite verificar a espessura real das camadas e a condição do subleito.
Marco normativo
DNIT PRO 011/79 (Avaliação de Pavimentos Flexíveis), DNIT PRO 159/85 (Defeitos em Pavimentos Asfálticos), ABNT NBR (Falling Weight Deflectometer)
FAQ
Com que frequência deve ser feita a avaliação de pavimentos existentes em Arapiraca?
Recomenda-se a cada 2 ou 3 anos para vias arteriais com tráfego pesado. Em ruas locais, o intervalo pode ser de 4 a 5 anos, desde que não haja sinais visíveis de deterioração.
Quanto custa uma avaliação de pavimentos existentes em Arapiraca?
O valor referencial fica entre R$ 2.610 e R$ 8.930, dependendo da extensão do trecho, da quantidade de ensaios e da complexidade dos defeitos encontrados. Para trechos maiores, o custo por metro linear reduz.
Qual a diferença entre avaliação visual e ensaio deflectométrico?
A avaliação visual identifica defeitos superficiais e suas causas aparentes. O ensaio deflectométrico (FWD) mede a resposta estrutural do pavimento à carga, revelando a condição das camadas internas. Os dois métodos se complementam.
O laudo de avaliação de pavimentos existentes é aceito por órgãos públicos?
Sim, desde que emitido por laboratório acreditado e seguindo as normas do DNIT. O laudo inclui croqui de defeitos, resultados de ensaios e recomendação técnica para recuperação ou reforço do pavimento.