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Ensaio de Dilatómetro Plano (DMT) em Arapiraca

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Muitas construtoras em Arapiraca assumem que os solos residuais de arenito da formação Barreiras têm comportamento homogêneo em profundidade, mas a prática mostra o contrário; sem o ensaio de dilatómetro plano (DMT) é comum superestimar a rigidez do terreno e projetar fundações superdimensionadas ou, pior, com risco de recalque diferencial. O DMT mede in situ o módulo de deformabilidade (M_DMT) e a tensão horizontal (σ_h), dados que um SPT isolado não fornece. Em Arapiraca, onde o lençol freático varia sazonalmente, esse ensaio é decisivo para evitar erros de projeto. Combinamos o DMT com o ensaio SPT para correlacionar resistência e rigidez, e com a infiltração para avaliar a permeabilidade do perfil.

Imagem ilustrativa de Ensaio de dilatómetro plano (DMT) em Arapiraca
O módulo de deformabilidade M_DMT obtido em Arapiraca variou entre 8 e 35 MPa em solos residuais, valores que um SPT não consegue capturar.

Como trabalhamos

Seguimos a ABNT NBR 16900 para o ensaio de dilatómetro plano em Arapiraca, mas adaptamos o procedimento aos solos típicos da região: acima da cota 180 m predominam areias argilosas compactas, enquanto nas várzeas do rio São Francisco aparecem siltes arenosos moles. Nessas condições, a leitura da membrana (p0, p1, p2) exige ajuste de rigidez da lâmina e correção por temperatura. O equipamento é calibrado em laboratório a cada 20 furos. Em Arapiraca, o DMT é especialmente relevante porque o índice de material (I_D) e o índice de tensão horizontal (K_D) permitem estimar o OCR sem ensaio de adensamento convencional. Para perfis com camadas cimentadas, complementamos com o presuômetro e com a placa de carga para validação do módulo de reação do subleito.
Imagem técnica de referência — Arapiraca

Contexto geotécnico local

A lâmina do dilatómetro tem 95 mm de largura e 15 mm de espessura; em Arapiraca, onde há camadas de laterita entre 2 e 5 m de profundidade, a cravação pode exigir pré-furo com trado mecânico para evitar danos à membrana. O maior risco é interpretar o M_DMT sem corrigir o efeito de descarregamento do furo — em solos arenosos fofos da zona urbana de Arapiraca isso gera superestimativa de 40% no módulo. Por isso, nosso procedimento inclui a correção do efeito de tensão (σ_h) e a validação com ensaio de consolidação em amostras indeformadas coletadas no mesmo furo.

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Valores típicos


ParâmetroValor típico
Módulo de deformabilidade (M_DMT)8 – 35 MPa (solos residuais); 2 – 12 MPa (aluviões)
Índice de tensão horizontal (K_D)1,5 – 6,0 (depende do OCR)
Índice de material (I_D)0,3 – 3,5 (classifica de turfa a areia)
Tensão horizontal in situ (σ_h)30 – 200 kPa
Profundidade máxima de ensaio30 m (com haste N) ou 20 m (haste AW)

Serviços complementares

01

DMT com pré-furo controlado

Cravação da lâmina em furo previamente aberto com trado mecânico até 25 m, com leituras a cada 20 cm e correção por temperatura ambiente.

02

Interpretação geotécnica avançada

Cálculo de M_DMT, E_DMT, K_D, OCR e classificação do solo pelo ábaco de Marchetti, com relatório técnico conforme NBR 6484.

03

Correlação com SPT e CPT

Comparação direta entre os perfis de DMT, SPT e CPT no mesmo furo para validar o módulo de deformabilidade em projetos de fundação.

04

Monitoramento de recalque com DMT

Repetição do ensaio em intervalos de 30 dias para avaliar a evolução do módulo em aterros sobre solos moles, comum em obras viárias em Arapiraca.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Marco normativo


ABNT NBR 16900 — Standard Test Method for Performing the Flat Plate Dilatometer, ISSMGE TC16 — Suggested Method for the Flat Dilatometer Test, ABNT NBR 6484:2001 — Sondagem de simples reconhecimento com SPT (referência complementar)

FAQ

Qual a diferença entre o DMT e o ensaio de placa de carga?

O DMT mede a deformabilidade do solo em profundidade contínua (a cada 20 cm), enquanto a placa de carga fornece o módulo de reação apenas na superfície ou em uma cota específica. Em Arapiraca, usamos ambos: o DMT para o perfil completo e a placa de carga para calibrar o módulo no nível da fundação.

O DMT substitui o ensaio de adensamento (consolidação)?

Não substitui, mas complementa. O DMT estima o OCR e o módulo de deformabilidade (M_DMT) de forma rápida e contínua, enquanto o ensaio de consolidação fornece o coeficiente de adensamento (Cv) e a tensão de pré-adensamento (σ'p) em amostras indeformadas. Em solos sedimentares de Arapiraca, a combinação dos dois reduz em 50% o número de amostras necessárias.

Quanto custa o ensaio de dilatómetro plano em Arapiraca?

O custo referencial para o ensaio de dilatómetro plano em Arapiraca fica entre R$ 2.290 e R$ 2.850 por ponto, dependendo da profundidade (até 20 m) e da necessidade de pré-furo. Para campanhas com mais de 5 pontos, oferecemos desconto progressivo. Consulte uma cotação específica para seu projeto.

Em quais tipos de solo o DMT é mais indicado?

O DMT é mais eficaz em solos granulares (areias, siltes arenosos) e argilas de consistência média a rija. Em Arapiraca, os melhores resultados são obtidos nos solos residuais de arenito e nos aluviões do rio São Francisco. Em solos muito moles (argila orgânica, turfa) a leitura da membrana pode ser instável; nesses casos, preferimos o ensaio de palheta (veleta) ou CPTu.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Arapiraca.

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